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Manejo e Conservação do Solo e da Água - SBCS

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APRESENTAÇÃO

"Os livros-textos do Núcleo Regional Sul (NRS) da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (SBCS) foram concebidos a partir de uma das ações propostas pela diretoria do NRS durante o mandato de 2018-2020, iniciativa mantida pela diretoria com mandato em 2020-2022. O grande motivador para a criação destes livros foi a possibilidade de se gerar um material didático de qualidade, que pudesse ser utilizado de forma universal em todas as disciplinas que envolvam a Ciência do Solo no âmbito do ensino nas Instituições de Ensino Superior (IES) dos Estados do Rio Grande do Sul (RS) e de Santa Catarina (SC).

Além de colaborar para divulgar, difundir e promover o NRS-SBCS nas IES, estas obras permitem apresentar tanto os conhecimentos básicos existentes em outras obras como um olhar atualizado e específico às demandas e às experiências regionais do RS e de SC. É, portanto, uma iniciativa coletiva sem precedentes, que reuniu em 6 livros mais de 114 professores que ministram disciplinas de Ciência do Solo em 18 Universidades e 3 Institutos no RS e em SC."

"Esta é uma obra destinada a servir como livro texto para estudantes de Agronomia e demais áreas das Ciências Agrárias que tenham em seu currículo a temática de manejo e conservação do solo e da água. Também pode ser utilizada para atualização de conhecimentos de técnicos, produtores agrícolas e demais interessados no assunto."

  • ISBN: 9786599288432
  • Edição: 1ª edição, 2023
  • Editora: SBCS - Sociedade Brasileira de Ciência do Solo - Núcleo Regional Sul
  • Páginas: 493
  • Peso: 1070g
  • Dimensões: 18 x 26 x 2 cm

SUMÁRIO

Seção 1/Conservação do solo e da água

Capítulo 1.1

HISTÓRICO DO MANEJO E DA CONSERVAÇÃO DO SOLO NO RS E SC

1. Introdução

2. Agricultura colonial extrativista e a exaustão da fertilidade dos solos

3. Agricultura convencional mecanizada e a degradação dos solos

4. Manejo conservacionista do solo e sua evolução em nível regional

5. Melhorias a serem introduzidas no manejo conservacionista do solo

6. Considerações finais

7. Referências

 

Capítulo 1.2

AMBIENTES TROPICAIS E SUBTROPICAIS

1. Introdução

2. Localização, radiação solar e energia incidente_

3. Processos biológicos no solo e potencial de produção de fitomassa

3.1 Taxa de decomposição dos resíduos vegetais

3.2 Taxa de decomposição da matéria orgânica do solo

3.3 Potencial de produção de fitomassa

4. Chuva e seu potencial erosivo

5. Principais classes de solos

6. Principais características dos solos

7. Considerações finais

8. Referências

 

Capítulo 1.3

DEGRADAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA E SUAS IMPLICAÇÕES PARA OS SISTEMAS DE PRODUÇÃO

1. Introdução

2. Avaliação e classificação de áreas degradadas

3. Tipos de degradação

3.1 Degradação física do solo

3.2 Degradação química do solo

3.3 Degradação biológica do solo_

3.4 Degradação pela mineração

4. Degradação do solo e da água em sistemas agropecuários 4.1 Degradação de áreas cultivadas com culturas anuais

4.2 Degradação de áreas cultivadas com pastagens 4.3 Degradação de áreas cultivadas com tabaco

5. Considerações finais

6. Referências

 

Capítulo 1.4

HIDROLOGIA APLICADA À CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA

1. Introdução

2. Bacia hidrográfica

3. Precipitação

3.1 Mecanismos de formação

3.2 Caracterização da precipitação

3.3 Medição da chuva

3.4 Relação entre as características das chuvas

4. Evapotranspiração

4.1 Medição da evapotranspiração

4.2 Estimativa da evapotranspiração

5. Interceptação

6. Infiltração de água no solo_

6.1 Caracterização da infiltração de água no solo

6.2 Fatores que controlam a infiltração de água 6.3 Métodos para medição da infiltração_

6.3.1 Ksat - Princípios básicos

6.3.1.1 Ksat-Métodos de laboratório

6.3.2 Infiltrômetros e anéis concêntricos

6.3.3 Simulador de chuva

7. Retenção e detenção

8. Escoamento superficial

8.1 Geração do escoamento superficial

8.2 Hidrograma ou Hidrógrafa

8.2.1 Caracterização de um hidrograma

8.2.2 Fatores que influenciam no hidrograma

8.2.3 Grandezas que caracterizam o escoamento superficial_

8.3 Medição de vazão

8.4 Estimativa de vazões

8.5 Método Racional

8.6 Método da Curva Número - CN

9. Considerações finais

10. Referências

 

Capítulo 1.5

EROSÃO HÍDRICA DO SOLO

1. Introdução

2. Tipos de erosão

3. Classes de erosão

4. Erosão hídrica do solo

4.1 Fases do processo erosivo

4.2 Descrição do processo de erosão hidrica do solo

4.3 Formas da erosão hídrica

5. Fatores que afetam a erosão hídrica do solo,

5.1 Clima (Chuva)

5.2 Solo

5.3 Relevo

5.4 Manejo do solo e cobertura vegetal

5.5 Práticas conservacionistas complementares

6. Importância da erosão hídrica do solo

7. Considerações finais

8. Referências

 

Capítulo 1.6

EROSÃO EÓLICA

1. Introdução

2. Distribuição geográfica

3. Processo da erosão eólica: fases, mecanismo e formas

3.1 Fases e mecanismo

3.2 Formas da erosão eólica

4. Estimativa de perda de solo pela erosão eólica

5. Fatores que afetam a erosão eólica

5.1 Clima

5.2 Relevo

5.3 Solo

5.4 Características de superfície

6. Práticas de controle da erosão eólica

7. Considerações finais

8. Referências

 

Seção 2 Manejo do solo, de planta e da enxurrada

Capítulo 2.1

FUNDAMENTOS DO MANEJO DO SOLO

1. Introdução

2. A termodinâmica do sistema solo

3. Os fundamentos do manejo do solo

4. Fundamentos do manejo e o controle da erosão do solo

5. Sistemas conservacionistas de manejo e o seu impacto na qualidade do solo

6. Dinâmica da matéria orgânica e impacto dos sistemas conservacionistas de manejo

7. Produtividade das culturas como reflexo da qualidade do solo em sistemas de manejo

8. Considerações finais

9. Referências

 

Capitulo 2.2

MANEJO DO SOLO

1. Introdução

2. Sistemas de preparo de solo

3. Manejo do solo em cultivos anuais

3.1 Grãos

3.2 Hortaliças

3.3 Pastagens anuais

3.4 Sistemas de integração lavoura-pecuária

3.5 Sistema de integração lavoura-pecuária-floresta

4. Manejo do solo em cultivos perenes

4.1 Pastagens

4.2 Fruticultura

4.3 Silvicultura

5. Considerações finais

6. Referências

 

Capitulo 2.3

SISTEMAS DE CULTURAS E PLANTAS DE COBERTURA

1. Introdução

2. Sistemas de culturas

3. Plantas de cobertura

3.1 Principais espécies de plantas de cobertura

3.2 Inserção de plantas de cobertura nos sistemas de produção

3.3 Manejo das plantas de cobertura

4. Impacto da rotação de culturas e plantas de cobertura na qualidade do solo e na produtividade das culturas

5. Benefícios da rotação de culturas e entraves à sua adoção

6. Considerações finais

7. Referências

 

Material suplementar

Plantas de cobertura invernais

Plantas de cobertura estivais

Plantas de cobertura perenes

Referências do Material suplementar (Quadro 15).

 

Capítulo 2.4

PRÁTICAS CONSERVACIONISTAS COMPLEMENTARES PARA O CONTROLE DO ESCOAMENTO SUPERFICIAL E DA EROSÃO DO SOLO

1. Introdução

2. Importância da aptidão agrícola e do manejo na conservação do solo

3. Tipos de práticas conservacionistas complementares

3.1 Práticas conservacionistas complementares de natureza ou caráter vegetativo

3.1.1 Cultivos em faixas

3.1.2 Cordões de vegetação permanente ou barreiras vivas

3.1.3 Faixas de retenção

3.2 Práticas conservacionistas complementares de natureza ou caráter mecânico-vegetativo

3.2.1 Cultivo em contorno

3.2.2 Alternância de capinas

3.2.3 Ceifa do mato

3.3 Práticas conservacionistas complementares de natureza ou caráter mecânico

3.3.1 Cordões de pedra

3.3.2 Banquetas individuais

3.3.3 Patamar

3.3.4 Terraceamento

3.3.4.1 Objetivos do terraceamento

3.3.4.2 Eficiência do terraceamento

3.3.4.3 Tipos de terraços

3.3.4.3.1 Quanto à função

3.3.4.3.2 Quanto à construção

3.3.4.3.3 Quanto à faixa de movimentação de terra

3.3.4.3.4 Quanto à forma

3.3.4.4 Quando construir ou recomendar a construção de terraços

4. Considerações finais

5. Referências

 

Capítulo 2.5

DIMENSIONAMENTO, DEMARCAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE TERRAÇOS

1. Introdução

2. Comprimento dos terraços

3. Seção transversal

4. Espaçamento entre terraços

4.1 Determinação do espaçamento vertical entre terraços

4.1.1 Fórmula de Bentley

4.1.2 Fórmula da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do RS: adaptação da Fórmula de Bentley

4.1.3 Fórmula de Lombardi Neto et al. (1991)

4.2 Determinação do espaçamento horizontal entre terraços 4.2.1 Conhecendo o Espaçamento vertical e a declividade 4.2.2 Utilizando a Equação Universal de Perdas de Solo 4.2.3 Utilizando o comprimento crítico do declive

5. Dimensionamento de canais de terraços

5.1 Dimensionamento de canais de terraços em nível

5.1.1 Conhecer o volume de água que escoa (Ve) da área de captação e que deverá ser retido no canal do terraço

5.1.2 Determinar a secção transversal que deve ter o canal do terraço

5.1.3 Escolher o formato geométrico aproximado do canal do terraço e calcular as dimensões

5.2 Dimensionamento de canais de terraços com gradiente (canal em desnivel)

5.2.1 Conhecer a vazão máxima esperada que o canal do terraço deverá escoar

5.2.2 Determinar a secção transversal (S) do canal do terraço

5.2.3 Escolha do formato do canal e cálculo das dimensões

5.2.4 Determinação da inclinação "i" ou gradiente do canal do terraço

5.3 Dimensionamento de canais utilizando o método da capacidade de armazenamento de água

 

7. Construção de terraços

6. Demarcação de terraços

8. Manutenção dos terraços

9. Canais escoadouros

10. Considerações finais

11. Referências

 

Seção 3/Planejamento conservacionista

 

Capítulo 3.1

A EQUAÇÃO UNIVERSAL DE PERDAS DE SOLO

ESTIMATIVA DA PERDA DE SOLO POR EROSÃO HÍDRICA UTILIZANDO

1. Introdução

2. Equação universal de perdas de solo

2.1 Fator "R" (chuva e escoamento superficial).

2.2 Fator erodibilidade do solo (Fator "K").

2.2.1 Método direto: com chuva natural ou com simuladores de chuva

2.2.2 Método indireto, com determinação de algumas características do solo: método monográfico

2.3 Fatores topográficos (Fatores "L" e "S").

2.4 Fator manejo e cobertura do solo (Fator "C")

2.5 Fator práticas conservacionistas complementares (Fator "P")

3. Tolerância de perdas de solo

3.1 Taxas de formação de solos

3.2 Limites toleráveis de perdas de solo

3.2.1 Para solos sem gradiente textural:→ Profundidade de 1 m

3.2.2 Para solos com gradiente textural:→ Profundidade de 50 cm

3.2.3 Para solos rasos: → Profundidade de 20 cm

4. Como usar a equação universal de perdas de solo

4.1 Aplicação da USLE no planejamento conservacionista

4.1.1 Exemplo 1

 

4.1.2 Exemplo 2

4.1.3 Exemplo 3

5. Considerações finais

6. Referências

 

Capítulo 3.2

A BACIA HIDROGRÁFICA COMO UNIDADE DE PLANEJAMENTO

CONSERVACIONISTA

1. Introdução

2. As estratégias de análise na bacia hidrográfica

3. Manejo da água em bacia hidrográfica agrícola

4. A estimativa da erosão na bacia hidrográfica

5. O monitoramento como base para a modelagem

6. Considerações finais

7. Referências

 

Seção 4 Tópicos especiais em manejo e conservação do solo e da água

 

Capítulo 4.1

RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS

1. Introdução

2. Recuperação de áreas degradadas

2.1 Conceitos básicos sobre recuperação de áreas degradadas

3. Estratégias de controle e recuperação de áreas degradadas

3.1 Controle do processo de erosão hídrica

3.2 Recuperação química e biológica do solo_

3.3 Recomposição vegetal

4. Estratégias de recuperação de pastagens degradadas

5. Recuperação de solos degradados quimicamente pelo excesso de adubação

6. Processos de formação e estratégias de recuperação de voçorocas

6.1 Processos de formação de voçorocas

6.2 Estratégias de recuperação de voçorocas

7. Processos de formação e estratégias de recuperação de solos degradados por arenização

7.1 Processos de formação de áreas degradadas por arenização

7.2 Estratégias de recuperação de áreas degradadas por arenização

8. Recuperação de áreas degradadas pelo processo de mineração

9. Projeto ou Plano de Recuperação de Áreas Degradadas - PRAD

9.1 Inventário

9.2 Planejamento

9.3 Execução

9.4 Avaliação

10. Considerações finais

11. Referências

 

Capitulo 4.2

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL COM ÊNFASE EM SOLOS E SERVIÇOS AMBIENTAIS

1. Introdução

2. Legislação Federal

2.1 Leis sobre vegetação natural e uso das terras

2.2 Leis estaduais

2.2.1 Legislação específica para solos

3. Um novo horizonte: o referencial de serviços ecossistêmicos

3.1 Iniciativas legislativas para serviços ecossistêmicos no Brasil

3.2 Os solos no contexto dos serviços ecossistêmicos

3.30 papel dos agrônomos e cientistas do solo

4. Referências

 

Capítulo 4.3

MANEJO DE SOLO EM TERRAS BAIXAS

1. Introdução

2. Caracterização dos solos de terras baixas e condições de manejo

3. Sistemas de cultivo de arroz irrigado

4. Práticas de manejo associadas ao preparo do solo_

4.1 Sistematização

6. Considerações finais

7. Referências

4.2 Drenagem

4.3 Preparo do solo em pós-colheita

5. Rotação de culturas e integração lavoura pecuária (sistemas integrados de produção agropecuária - SIPAS)

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